Rendi-me à Amazon. E agora?

 

Amazon

Estive estes anos todos sem fazer compras online, apesar de trabalhar num portal. Não estou a contar com a utilização de serviços como reservar voos e hotéis, mas com artigos mais palpáveis (aqueles que potencialmente se extraviam, partem ou chegam com atraso). Experimentei usar o site da Amazon.co.uk e desde então não quero outra coisa. O problema é parar. Tal como eu suspeitava.

O manancial de livros, para não falar de CD, DVD, artigos electrónicos, roupa e até bricolage, é de perder a cabeça. Depois usam o sistema das cerejas: escolhes um artigo mas vêm logo dois ou três atrás. Depois é tão fácil encomendar. Temos trabalho apenas na primeira vez, a preencher com os nossos dados.

Experimentei adquirir um livro, de um guru britânico do Marketing Digital. Em Portugal pediam-me 45 euros por uma versão anterior. Por esse valor paguei os portes (em correio urgente, apesar de eu pedir o serviço mais barato) e trouxe dois livros de elevado interesse académico e profissional, que nunca encontraria nas nossas livrarias. Fiquei tão maravilhada que para este mês mandei vir mais quatro…

A Amazon é uma verdadeira escola de como deveriam ser os sites das empresas portuguesas: conteúdos riquíssimos, facilidade de utilização, sugestão de produtos com base no padrão das pesquisas e informação online constante e precisa.

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