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	<title>Raquel Melo - Escrita e Web Marketing</title>
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	<description>Blog sobre Marketing na Internet, Copywriting, Redes Sociais, Comércio Electrónico e Email Marketing.</description>
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		<title>Pedro Caramez lança Online Linkedin Training Center</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Jan 2012 22:55:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>RM</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pedro Caramez, especialista em social media e dinamizador do site LinkedPortugal, acaba de lançar um projeto de formação denominado Online Linkedin Training Center. Esta entrevista ao blog RaquelMelo.com serve também para divulgar a utilização de Tecnologias de Informação e Comunicação na formação a todos os níveis do saber. Quais os objectivos que pretende atingir com o lançamento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1549" title="Foto Pedro Caramez" src="http://www.raquelmelo.com/wp-content/uploads/foto-pedro-caramez.jpg" alt="Pedro Caramez, Autor, Formador &amp; Blogger, Linkedin, Redes Sociais / Web 2.0" width="476" height="465" /></p>
<p><a href="http://www.linkedin.com/in/caramez/pt" target="_blank">Pedro Caramez</a>, especialista em <em>social media </em>e dinamizador do site <a href="http://www.linkedportugal.com/" target="_blank">LinkedPortugal</a>, acaba de lançar um projeto de formação denominado <a href="http://www.linkedportugal.com/2012/01/23/apresentacao-do-linkedin-online-training-center-2012/" target="_blank">Online Linkedin Training Center</a>. Esta entrevista ao blog <a href="http://www.raquelmelo.com" target="_blank">RaquelMelo.com</a> serve também para divulgar a utilização de Tecnologias de Informação e Comunicação na formação a todos os níveis do saber.<span id="more-1547"></span></p>
<h3>Quais os objectivos que pretende atingir com o lançamento da iniciativa Online Linkedin Training Center?</h3>
<p>R: Este Centro de formação pretende oferecer uma linha de formação especializada em Linkedin para uma plateia muito heterogénea de utilizadores sejam eles recrutadores, empresas, pessoas à procura de emprego, marketeers, empreendedores, entidades sem fins lucrativos, etc.</p>
<h3>Qual é o retrato que faz da utilização do Linkedin em Portugal?</h3>
<p>R: É um retrato positivo pelo número de utilizadores (800 mil). Somos o 24º país do mundo em matéria de utilizadores Linkedin e foi em Janeiro de 2012, o 13º Website mais acedido por portugueses.</p>
<h3>Quais as vantagens do Linkedin face a outras redes sociais?</h3>
<p>R: É essencialmente uma plataforma para as empresas B2B. É uma rede muito credível e com profissionais de todo o mundo. A aceitação e reconhecimento das pessoas e das empresas para a grande validade da rede é um dado muito relevante. A rede continua a crescer de forma sustentada e procurando não crescer artificialmente nem abdicando de uma correta utilização por parte dos seus utilizadores.</p>
<h3>Como considera a adesão dos portugueses a iniciativas que envolvam tecnologias de seminários online?</h3>
<p>R: Não tenho muita informação, mas ainda não é muito grande. Na maioria dos casos, esta metodologia é ainda desconhecida pelas pessoas que procuram serviços de formação. As vantagens são muitas mas ainda sentimos algum preconceito com esta valência. As plataformas para o desenvolvimento destas iniciativas dão muita confiança para que os utilizadores possam reduzir custos e aumentar os benefícios de uma formação de alta qualidade com formadores espalhados por todo o mundo.</p>
<p>Opções: <a href="http://www.adobe.com/products/adobeconnect.html" target="_blank">Adobe Connect Pro</a>, <a title="Webex.pt" href="http://www.webex.pt/" target="_blank">Webex</a>, <a href="http://www.wiziq.com/" target="_blank">Wiziq</a>, <a href="http://www.anymeeting.com/" target="_blank">Anymeeting</a></p>
<h3>Com que atitude encara o ano de 2012?</h3>
<p>R: Muito positiva! Os primeiros dias do ano trouxeram várias solicitações e prevejo um ano de cheio de ação!!!</p>
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		<title>Prémios Navegantes XXI&#8217;11 aceitam candidaturas até dia 31 de Janeiro</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Jan 2012 22:49:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>RM</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ACEPI]]></category>
		<category><![CDATA[Navegantes XXI]]></category>

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		<description><![CDATA[A ACEPI está organizar um evento para distinguir os melhores projectos em Portugal na área do Comércio Electrónico e do Marketing Digital. As candidaturas aos Prémios Navegantes XXI &#8217;11 decorrem até dia 31 de Janeiro e deverão ser entregues através do site oficial. De acordo com a informação da ACEPI, desta vez serão 15 as distinções, 14 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-1530 aligncenter" title="navegantes xxi 11" src="http://www.raquelmelo.com/wp-content/uploads/navegantes-xxi-11.jpg" alt="Prémios Navegantes XXI de 2011" width="492" height="131" /></p>
<p>A ACEPI está organizar um evento para distinguir os melhores projectos em Portugal na área do Comércio Electrónico e do Marketing Digital. As candidaturas aos Prémios Navegantes XXI &#8217;11 decorrem até dia 31 de Janeiro e deverão ser entregues através do <a href="http://premios.acepi.pt/inscricao.php" target="_blank">site oficial</a>.<span id="more-1529"></span></p>
<p>De acordo com a informação da ACEPI, desta vez serão <strong>15 as distinções</strong>, <strong>14 reservadas</strong> às áreas de actividade do Comércio Electrónico e do Marketing Digital, passando pelo Mobile e pelos Media, e um <strong>Prémio Carreira</strong>, que distinguirá uma personalidade que se tenha destacado ao longo do seu percurso profissional na promoção e desenvolvimento da Sociedade do Conhecimento e da Economia Digital em Portugal.</p>
<p>Os empreendedores podem candidatar os seus sites, mas são também contempladas nas categorias a concurso as empresas que prestam serviços nas áreas de comércio electrónico e do marketing digital, e as aplicações e sites para telemóveis.</p>
<p>Melhor Site eCommerce B2C; Melhor Site eCommerce C2C; Melhor Site eCommerce B2B; Melhor Empresa de Serviços de eCommerce, Melhor Site/App Mobile para eCommerce; Prémio Inovação em eCommerce; Melhor Site de Media Generalista; Melhor Site de Media Especializada; Melhor Site/App Mobile; Melhor Widget/App TV; Melhor Empresa de Serviços de Marketing Digital;, Melhor Agência de Marketing Digital; Prémio Inovação em Marketing Digital e Prémio Marketing em Redes Sociais são as categorias a concurso, este ano.</p>
<p>As empresas e indivíduos responsáveis pelos <strong>sites, aplicações e serviços</strong> podem submeter as suas candidaturas desde que estejam registados em Portugal.</p>
<p>As candidaturas são avaliadas por um júri composto por um grupo dos mais reputados profissionais do sector que, de forma independente e seguindo as melhores práticas e os mais elevados padrões de ética, avaliará todos os trabalhos a concurso.</p>
<p>O Prémio Carreira é escolhido por decisão unânime da direcção da ACEPI. Os vencedores de cada categoria serão distinguidos com um galardão personalizado, entregue num <strong>jantar de Gala </strong>que contará com a presença de altos representantes das principais empresas da economia digital em Portugal.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Entrevista a Jorge Remondes: «Marketing Interno é uma condição base para o sucesso do Marketing Externo»</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Jan 2012 11:20:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>RM</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Psicosoma]]></category>

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		<description><![CDATA[Jorge Remondes, autor do livro «Marketing Interno e Comunicação – O impacto da utilização de novas tecnologias nas PME’s» editado pela Psicosoma considera que um plano de marketing interno é fundamental para o sucesso do marketing exteno.  Em entrevista a este blog, o  docente - doutorado em Comunicação pela Universidade de Vigo &#8211; desvenda ainda um pouco sobre a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1523" title="Marketing Interno e Comunicação" src="http://www.raquelmelo.com/wp-content/uploads/marketing-interno-e-comunic.jpg" alt="Marketing Interno e Comunicação – O impacto da utilização de novas tecnologias nas PME’s." width="450" height="450" /></p>
<p><strong>Jorge Remondes, </strong>autor do livro «Marketing Interno e Comunicação – O impacto da utilização de novas tecnologias nas PME’s» editado pela Psicosoma considera que um plano de marketing interno é fundamental para o sucesso do marketing exteno.  Em entrevista a este blog, o  <a href="http://www.jorgeremondes.com/gca/?id=20" target="_blank">docente</a> - doutorado <strong>em Comunicação</strong> pela Universidade de Vigo &#8211; desvenda ainda um pouco sobre a sua colaboração num livro a ser publicado brevemente.<span id="more-1513"></span></p>
<h3>Como é que a reflexão sobre o Marketing Interno nas PME pode melhorar a atuação dessas empresas?</h3>
<p>À semelhança do que acontece nas grandes empresas, o Marketing Interno pode contribuir para melhor a atuação das PME porque na sua base está o aperfeiçoamento de relações entre os recursos humanos  que devem reunir em cada momento elevados índices de motivação para que haja um envolvimento e um comprometimento real com a empresa.</p>
<p>Para as PME, tal como acontece com as grandes empresas, é muito importante ter colaboradores que desempenhem simultaneamente os papéis de cliente e de fornecedor internamente e que sigam a visão e a missão da empresa, assim como os objectivos que se pretendem atingir, com uma orientação clara para o cliente externo.</p>
<p>No fundo, o Marketing Interno é uma condição base para o sucesso do Marketing Externo. Se se descurar o Marketing Interno nas empresas poderá não se conseguir rentabilizar os efeitos das técnicas de marketing utilizadas junto dos clientes externos. Em síntese, as PME e as empresas em geral precisam de elaborar e implementar planos de marketing não apenas externos mas também internos.</p>
<h3>Cada colaborador percepciona a realidade da empresa e age em conformidade. As empresas que não dão a devida importância ao marketing interno poderão estar a sabotar a sua própria eficácia?</h3>
<p>Parece-me evidente que as PME podem diminuir a sua eficácia porque o Marketing Interno passa muito pelo desenvolvimento de uma cultura orientada para o cliente, ou seja, uma comunicação como serviço que se presta aos colaboradores ou clientes internos.</p>
<p>A comunicação interna sendo fulcral para a eficácia das empresas tem que ser planeada e implementada de acordo com objetivos muito claros recorrendo aos suportes e modos mais adequados à realidade de cada empresa. Por isso, penso que é importante ver os colaboradores como clientes internos que não só devem ser conquistados mas também fidelizados, porque disso depende também a conquista e a fidelização de clientes externos.</p>
<h3><strong>Quais são os sinais de alarme que podem surgir numa PME que podem ser resolvidos com o Marketing Interno?</strong></h3>
<p>Um dos sinais prende-se com a retenção de informação quando a partilha e o trabalho colaborativo é muito mais ajustado às necessidades atuais das PME.</p>
<p>Para a inexistência de processos bem definidos também pode encontrar-se uma resposta na implementação de um estilo de gestão por processos com recurso a novas soluções tecnológicas. As regras desnecessárias também são um sinal de alarme que pode ser resolvido com a simplificação dos processos e dos modos de trabalho.</p>
<p>Por outro lado, se se verificarem sinais de desmotivação como mudanças permanentes, trabalho sem qualidade e problemas com clientes externos, nada melhor do que tentar analisar as expetativas dos colaboradores ou clientes internos e implementar políticas de interação, participação, envolvimento e planos de formação.</p>
<h3><strong>Em que tipo de atividades as empresas estão a adoptar com mais facilidade as novas tecnologias?</strong></h3>
<p>No domínio do Marketing Interno e da Comunicação, as PME utilizam mais as novas tecnologias para efetuar pedidos de informação e para transferir informação com maior frequência em formato texto e imagem. Pelo estudo que realizei junto de 173 PME da Euro Região Norte de Portugal-Galiza conclui-se que 53,2% já realizam reuniões internas com novas tecnologias e 67,1% enviam circulares e avisos via eletrónica.</p>
<p>As PME também divulgam internamente projectos e eventos via eletrónica. No que se refere à utilização de software, é mais notória a existência de aplicações standard e os domínios em que se regista uma maior utilização é na gestão comercial e contabilidade da empresa. Mas, é de referir que, em geral, nas PME as novas tecnologias estão também a contribuir para uma melhoria da eficácia na tomada de decisões, na disponibilização de informação, na gestão de pessoal, redução de custos, gestão do tempo, comunicação, qualidade e imagem.</p>
<h3><strong>Quando se pensa em <em>Business Intelligence</em>, associamos normalmente a grandes empresas. Em que situações podem as PME tirar partido dessas técnicas e tecnologias?</strong></h3>
<p>Podem para elaborar previsões com base em dados históricos, uma vez que a área de Business Intelligence tem sido identificada como relevante na ótica da disponibilização de informação em quantidade e qualidade para a tomada de decisões. Por exemplo, as PME também podem tirar partido dos sistemas de Business Intelligence para diagnosticar pormenorizadamente a empresa, conseguindo uma conhecimento mais aprofundado da mesma. O problema é que muitas vezes estes sistemas são vistos como um software e não como soluções de gestão empresarial.</p>
<h3><strong>No seu estudo, quais as principais diferenças que encontrou entre as práticas das empresas no Norte de Portugal e na Galiza?</strong></h3>
<p>Quando comparamos as respostas dadas por PME da Galiza e do Norte de Portugal verificamos que não existem diferenças estatisticamente significativas relativamente ao uso de tecnologias, ao grau de satisfação com o nível de utilização de novas tecnologias e também quanto ao seu contributo para a melhoria da eficácia da comunicação interna.</p>
<p>Assim, ambas as regiões reconhecem em idêntica medida o contributo que as novas tecnologias exercem sobre a comunicação e sobre outras dimensões associadas como, por exemplo, a gestão estratégica e a gestão de recursos humanos, apesar das PME do Norte de Portugal revelarem níveis de satisfação mais elevados. No entanto, esse facto pode dever-se também a outros fatores, como por exemplo, o facto de o nível de conhecimentos ser superior na Galiza e, por consequência, também o nível de expetativas e exigências ser maior, mas o objectivo do meu estudo em marketing e comunicação interna foi o de apurar apenas o contributo das novas tecnologias.</p>
<h3><strong>Na sua opinião, como vai ser a evolução a curto prazo na adoção de novas Tecnologias de Informação e Comunicação?</strong></h3>
<p>O estudo efetuado confirma a tendência de decréscimo na utilização do email por parte das chefias e colaboradores de PME, enquanto se prevê um aumento da utilização de outros serviços como o Skype, Voip e Foip. Por outro lado, os resultados postulam que é relevante a probabilidade de aumentar, através das tecnologias de informação e comunicação, a transferência de conteúdos em vídeo nas PME.</p>
<p>Também é previsível que as PME intensifiquem o <strong>armazenamento de informação</strong> preferencialmente em servidores e redes de computadores próprias, se bem que ao nível dos computadores há uma tendência para um investimento crescente em portáteis pelas vantagens associadas à mobilidade que os mesmos proporcionam. Na perspetiva do software que as PME utilizam, o mercado de ERP’s e CRM’s ainda tem muito espaço para crescer na Euro Região Norte de Portugal-Galiza.</p>
<p>Penso também que haverá um esforço por parte das PME para integrarem nos <strong>softwares de gestão</strong>, aplicações de gestão documental e workflow, aplicações que são aliadas da produtividade. Por estas e por outras razões, o futuro reservar-nos-á taxas de utilização cada vez mais elevadas de novas tecnologias de informação e comunicação, em que se incluem os Social Media.</p>
<h3><strong>Que pode a sociedade portuguesa fazer, no contexto económico atual, para impulsionar a utilização das TIC nas empresas, de todas as dimensões e áreas de atividade?</strong></h3>
<p>No contexto económico atual é preciso manter uma dinâmica nas empresas que incremente a inovação em processos e em produtos e serviços novos e diferentes que satisfaçam os clientes externos, mas para isso é preciso que haja elevados índices de participação e trabalho em equipa. Por outro lado, a formação é vital para a criação de uma cultura mais tecnológica.</p>
<p>Como forma de contornar os custos de investimento que a aquisição de recursos tecnológicos implica, as previsões indicam que há uma tendência, por exemplo, para o recurso a software aberto e livre, tendência que é crescente não só nas PME e não só na Euro Região Norte de Portugal-Galiza, é uma tendência global mas que não responde a todas as necessidades.</p>
<h3><strong>A resistência à mudança é apontada como um dos principais desafios a vencer nas organizações. Como podem as PME portuguesas desenvolver uma cultura de inovação tecnológica? Será uma questão geracional?  </strong></h3>
<p>Nem sempre as empresas atingem níveis elevados de eficácia nos domínios do marketing interno e comunicação porque a sua plena utilização exige mudanças organizacionais significativas relativamente às quais existem algumas resistências, o que é normal porque estamos a falar de pessoas, de estruturas e sistemas empresariais.</p>
<p>Para que se desenvolva uma <strong>cultura de inovação tecnológica</strong>, as PME têm que se adaptar, avaliando os riscos existentes, flexibilizando as estruturas, implementar um sistema eficaz de comunicação, desenvolver a participação dos seus colaboradores e será necessário manter e intensificar nas empresas a formação em marketing, comunicação e tecnologias de informação e comunicação não só para colaboradores mas também para chefias e dirigentes.</p>
<p>Relativamente à segunda parte da pergunta, a questão geracional, penso que são evidentes as diferenças existentes na utilização de recursos tecnológicos principalmente baseados na internet, entre os ativos mais jovens e os ativos com mais experiência e em fase mais adiantada das suas carreiras, facto que só por si também indicia uma tendência de crescimento no desenvolvimento de uma cultura mais tecnológica nas empresas.</p>
<h3><strong>Quais foram as ideias que tinha antes de efetuar a parte prática do Doutoramento e que foram, de certa forma, desafiadas com os resultados obtidos?</strong></h3>
<p>Antes de realizar a parte prática, ou seja, a investigação empírica, li a literatura existente sobre o tema, fiz um estudo de caso e analisei estudos que já tinham sido realizados em Portugal e em Espanha. No Norte de Portugal e na Galiza não pude identificar muitos estudos. É verdade que a literatura existente diz por vezes mais respeito às grandes empresas e multinacionais. Por isso, as comparações que se possam fazer com a literatura nem sempre são objetivas, assim como as comparações que se fazem com as grandes empresas.</p>
<p>A realidade das PME nem sempre coincide com a literatura e com as grandes empresas, apesar de sabermos que a dimensão das PME pode chegar até aos 250 trabalhadores. No entanto, apesar destas limitações, o impacto que a utilização de novas tecnologias tem na comunicação interna das PME coincide, pelo que me foi dado observar através dos resultados do estudo, com o que se passa de um modo geral nas empresas com maior dimensão. Por isso, genericamente pude validar o estudo sendo seguro que o futuro, apesar da crise económica, deixa antever o desenvolvimento acelerado de novas soluções tecnológicas e respectiva utilização.</p>
<h3><strong>Prepara-se para publicar um novo livro em 2012. Trata-se de um livro sobre Marketing Interno e Comunicação?</strong></h3>
<p><strong> </strong>Precisamente. Mas não vou publicar um livro. Estou apenas a escrever um capítulo de um livro a publicar, em co-autoria, portanto com outros autores, pela Psicosoma. Trata-se de um capítulo sobre Marketing Interno e Comunicação, mas desta vez sobre Marketing Interno e Comunicação Sexy nas PME.</p>
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		<title>Previsões para 2012 sobre marketing de conteúdos e redes sociais</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Dec 2011 06:04:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>RM</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Content Marketing]]></category>

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		<description><![CDATA[O Content Marketing Institute consultou mais de 75 especialistas para compor uma apresentação com as principais tendências que se deverão desenvolver ao longo do próximo ano. Social Media &#38; Content Marketing Predictions 2012 Mais apresentações do Content Marketing Institute]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="__ss_10632869" style="width: 425px;">
<p>O <a href="http://www.slideshare.net/cmi42" target="_blank">Content Marketing Institute</a> consultou mais de 75 especialistas para compor uma apresentação com as principais tendências que se deverão desenvolver ao longo do próximo ano.</p>
<p><strong style="display: inline !important; margin-top: 12px; margin-right: 0px; margin-bottom: 4px; margin-left: 0px;"><a title="Social Media &amp; Content Marketing Predictions 2012" href="http://www.slideshare.net/cmi42/social-media-content-marketing-predictions-2012" target="_blank">Social Media &amp; Content Marketing Predictions 2012</a></strong></p>
<p><iframe src="http://www.slideshare.net/slideshow/embed_code/10632869" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no" width="425" height="355"></iframe></p>
<div style="padding-top: 5px; padding-right: 0px; padding-bottom: 12px; padding-left: 0px; text-align: center;">Mais apresentações do <a href="http://www.slideshare.net/cmi42" target="_blank">Content Marketing Institute</a></div>
</div>
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		<title>Boas festas e um 2012 que supere as nossas melhores expectativas</title>
		<link>http://www.raquelmelo.com/artigos/boas-festas-e-um-2012-que-supere-as-nossas-melhores-expectativas/</link>
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		<pubDate>Thu, 22 Dec 2011 12:26:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>RM</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[centros comerciais]]></category>
		<category><![CDATA[Natal]]></category>
		<category><![CDATA[prendas]]></category>
		<category><![CDATA[Votos para 2012]]></category>

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		<description><![CDATA[Este ano não estou com grande espírito natalício, se o Natal significar troca de prendas, confusões em centros comerciais, jantares com trocas de prenda para o amigo secreto ou enfeitar a casa de cima a baixo. Desde há algum tempo para cá, faço um mini-natal sempre que estou com alguém de quem gosto, tirando a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1445" title="postal-de-Natal-2012" src="http://www.raquelmelo.com/wp-content/uploads/postal-de-Natal-2012.jpg" alt="" width="500" height="375" /></p>
<p>Este ano não estou com grande espírito natalício, se o Natal significar troca de prendas, confusões em centros comerciais, jantares com trocas de prenda para o amigo secreto ou enfeitar a casa de cima a baixo. Desde há algum tempo para cá, faço um mini-natal sempre que estou com alguém de quem gosto, tirando a pressão das datas socialmente instituídas.</p>
<p><span id="more-1444"></span></p>
<p>O Natal era importante para mim quando a minha família estava reunida e aí sim, até tirava férias nesta altura para fazer todos os preparativos a preceito. Ou quando era criança e ia buscar musgo ao pinhal para fazer o presépio, fazíamos as festas de Natal na aldeia, na escola. Mesmo a comida tinha outro sabor.</p>
<p>Durante vários anos, a prendas eram muito mais modestas do que são agora – desde um par de meias calças de lã, uma camisola de interior, uma caixa de «bombocas» ou umas «pintarolas» – e as nossas expectativas eram muito mais baixas. Essas memórias ficaram guardadas como as mais significativas no que se refere ao Natal.</p>
<p>Em tudo na vida a gestão de expectativas é importante para avaliar o nosso estado da situação. Aplica-se à gestão da relação profissional, familiar, sentimental, etc. O mais importante é não esquecer o que somos. Pessoas. Nem máquinas perfeccionistas, nem escravos, nem deuses.</p>
<p>Nos dias que correm, e a pensar nos votos para 2012, desejo que tenhamos saúde (que façamos por isso com boas decisões e bons hábitos, o que nem sempre é o suficiente), que reforcemos os nossos laços de amizade, que nos organizemos e trabalhemos (para nosso bem) e que em cada dia façamos algo que contribua para a nossa verdadeira felicidade.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Tendências de Harvard segundo Pedro Barbosa e Ana Silva O’Reilly</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Dec 2011 17:56:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>RM</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Ana Silva O’Reilly]]></category>
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		<category><![CDATA[Harvard Trends]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Barbosa]]></category>

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		<description><![CDATA[Os autores de Harvard Trends, Pedro Barbosa e Ana Silva O’Reilly, não se conheciam presencialmente até à data do lançamento do livro que escreveram. Tal aconteceu no espaço cultural junto ao restaurante do El Corte Inglés de Lisboa, no dia 6 de Dezembro. Isto depois de trabalharem durante 5 meses à distância para reunir 115 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1381" title="harvard-trends" src="http://www.raquelmelo.com/wp-content/uploads/harvard-trends.jpg" alt="" width="450" height="338" /></p>
<p>Os autores de Harvard Trends, Pedro Barbosa e Ana Silva O’Reilly, não se conheciam presencialmente até à data do lançamento do livro que escreveram. Tal aconteceu no espaço cultural junto ao restaurante do El Corte Inglés de Lisboa, no dia 6 de Dezembro. Isto depois de trabalharem durante 5 meses à distância para reunir 115 tendências resumidas, cada uma, em 2 páginas.</p>
<p><img class="size-thumbnail wp-image-1404 alignleft" title="harvard" src="http://www.raquelmelo.com/wp-content/uploads/harvard-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" />A apresentação e sessão de autógrafos em Lisboa teve direito a uma sala bastante composta de pessoas, com algumas presenças em castelhano, assim como os mediáticos Ana Mesquita e Zé Pedro dos Xutos e Pontapés, para dar alguns exemplos. «Harvard Trends &#8211; Tendências de Gestão», editado pela Vida Económica, é fruto de várias iniciativas de crowdsourcing que reuniram 500 tendências, posteriormente reformuladas.</p>
<p>O livro é o resultado final da interacção entre universidades em todo o mundo,  de cerca de duas centenas de colaborações que forneceram contributos à investigação. Esta obra vai ser publicada este mês em Portugal, em formato papel e e-book, e em inglês, em Janeiro de 2012, estando previstas edições para os mercados brasileiro, espanhol e mexicano.<span id="more-1380"></span></p>
<p>Paulo Ramos, actual CEO da Bond, deu o seu testemunho no que se refere à experiência de  estudar em Harvard, obtida na  <a href="http://www.hbs.edu/">Harvard Business School</a> (HBS), e destaca a diversidade de culturas e de experiências entre estudantes de todos os continentes, assim como a qualidade de ensino, que adopta principalmente o método de estudo de caso. As universidades norte-americanas da região (Universidade de Harvard, o MIT, etc)  geram um efeito de cluster, um ecossistema composto por todas as escolas de topo e as empresas instaladas nas proximidades, para tirar partido do capital humano.  Paulo Ramos deixa ainda a recomendação, a quem quiser e puder despender de 80 a 100 mil dólares por ano, de frequentar uma destas escolas pelo crescimento humano que proporciona esta experiência.</p>
<p>Para os autores, o projecto que nasce com o objectivo de gerar uma comunidade de interessados pelas tendências de gestão e de fazer chegar a mensagem ao maior número de pessoas pessoas possível através do website e das redes sociais, em <a href="http://www.facebook.com/harvardtrends">www.facebook.com/harvardtrends</a>.</p>
<p>Pedro Barbosa é natural do Porto, tem 39 anos e licenciou-se em Engenharia Industrial na Universidade do Minho. Tem graduações e estudos posteriores em Inovação (UM), Gestão de Centros Comerciais (UCP), Neurociências (MIT OCW) e MBA (EGP-UPBS). Trabalhou na Sonae Indústria, Sonae Sierra, Grupo BNP Paribas e actualmente integra os quadros do Grupo El Corte Inglês, assim como é docente do IPAM e da EGP-UPBS.</p>
<p><a href="http://about.me/anasilva" target="_blank">Ana Silva O’Rilley</a> é licenciada em Gestão de Empresas (Middlesex University) e há seis meses atrás estava a concluir o MBA na Henley Business School em Inglaterra, sem prever que este seria o resultado da sua colaboração com o livro Harvard Trends. Aos 32 anos, reside no Reino Unido, passou pela Direcção de Marketing da Cushman &amp; Wakefield onde exerceu funções em Portugal, Espanha e Turquia. Segundo o seu perfil, abraçou o conceito de portfolio career, sendo consultora para business schools, startups e empresas como a Renova, assim como blogger para os guias de viagem HG2.com.</p>
<p><img class="size-thumbnail wp-image-1405 alignleft" title="speculations" src="http://www.raquelmelo.com/wp-content/uploads/speculations1-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></p>
<p>Depois da experiência do primeiro livro <a href="http://speculationsandtrends.blogspot.com/">Speculations &amp; Trends</a> 2009-2010, lançado pela editora Vida Económica em Portugal, em Espanha e distribuído no México. Como o próprio autor define, este formato de tendências é «volátil por natureza» e já foi actualizado numa segunda edição para 2011-2012. Com uma vida ocupada, justifica a escrita pelo prazer pela partilha e porque foi a pessoa que mais aprendeu com o livro, na pesquisam, no contacto com as pessoas, na comunicação e até mesmo na gestão de eventos, como as sessões de lançamento dos livros.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Airgile: solução para gestão de projectos na Cloud</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Dec 2011 17:51:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>RM</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[PME]]></category>

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		<description><![CDATA[Há muito tempo que andava à procura de aplicações para gestão de projectos que fossem simples, intuitivas e em português. No mercado existem várias soluções internacionais de gestão de projectos e controlo de tempos. Até à data tenho usado o Paymo.biz, na sua versão gratuita. Também me tenho familiarizado com o Zoho, pela variedade de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1374" title="airgile" src="http://www.raquelmelo.com/wp-content/uploads/airgile.jpg" alt="" width="480" height="352" /></p>
<p>Há muito tempo que andava à procura de aplicações para gestão de projectos que fossem simples, intuitivas e em português. No mercado existem várias soluções internacionais de gestão de projectos e controlo de tempos. Até à data tenho usado o <a href="http://www.paymo.biz/">Paymo.biz</a>, na sua versão gratuita. Também me tenho familiarizado com o <a href="http://www.zoho.com/">Zoho</a>, pela variedade de situações que contempla, do planeamento, à facturação, passando pela colaboração online.</p>
<p>Encontrei o <a href="http://pt.airgile.com/" target="_blank">Airgile</a>, da Webfuel, numa pesquisa na Web. Segundo a empresa, o Airgile tem como vantagem agilizar a gestão de projectos na <em>cloud</em> com tecnologias Adobe. Subscrevi uma conta gratuita, que apenas permite criar um projecto e adicionar-lhes tarefas, com bastante detalhe, como estado, tipo, importância, fase do projecto e também palavras-chave.<span id="more-1373"></span></p>
<p>Na versão paga, o separador Scrum do Airgile, que designa o processo de desenvolvimento iterativo e incremental para gestão de projectos e desenvolvimento ágil de software (in Wikipedia), permite a criação de sprints…  Não me foi possível ver como funciona esta parte e como se integra com a restante solução.</p>
<p>A Webfuel Solutions, empresa portuguesa especializada em consultoria de TI e em desenvolvimento de aplicações Rich Web empresariais, apresenta o software de gestão de projectos <a href="http://pt.airgile.com/">Airgile</a>. Esta solução explora as potencialidades do Adobe Flex para oferecer aos utilizadores uma interface gráfica rica, interactiva e utilizável a partir de qualquer browser Web.</p>
<p>De acordo com João Saleiro, CTO da Webfuel, “graças ao Adobe Flex, conseguimos contrariar muitas das limitações impostas pelos browsers Web e construir uma plataforma que alem de ser extremamente rápida e fácil de utilizar desde o primeiro momento, também sincroniza os dados entre todos os elementos da equipa de forma automática.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O software Airgile é actualmente usado por mais de 500 clientes de vários países na gestão de equipas e projectos em várias áreas, especialmente no sector das TI, mas também em contabilidade, arquitectura, engenharia civil, agências de marketing e design, e ensino, entre outras.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O software dispõe de funcionalidades como faseamento e acompanhamento de projectos, filtragens avançadas e exportação para Microsoft Excel, gestão ágil com SCRUM e ainda interligação com outras aplicações, como Aptana, SAP Netweaver Developer Studio, Zend ou Adobe Flash Builder.</p>
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		<title>Geração empreendedora a marcar passo por causa da crise</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Nov 2011 12:18:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>RM</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[A crise não ataca só Portugal e dos Estados Unidos chega-nos esta infografia da Young Invincibles sobre empreendedorismo nas pessoas com idades compreendidas entre os 18 e 34 anos, baseada numa entrevista a 872 indivíduos. Para a população entre os 16 e 24 anos de idade nos EUA, a taxa de desemprego ronda os 17,4%. Cerca [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A crise não ataca só Portugal e dos Estados Unidos chega-nos <a href="http://www.raquelmelo.com/wp-content/uploads/millennials-infographic.gif" target="_blank">esta infografia</a> da <a href="http://www.younginvincibles.org" target="_blank">Young Invincibles</a> sobre empreendedorismo nas pessoas com idades compreendidas entre os 18 e 34 anos, baseada numa entrevista a 872 indivíduos. Para a população entre os 16 e 24 anos de idade nos EUA, a taxa de desemprego ronda os 17,4%. Cerca de 54% dos jovens americanos quer ou já lançou o seu negócio, dos quais 38% adiaram os seus planos por causa do estado da economia. Nos próximos cinco anos, 51% dos jovens inquiridos querem começar um negócio e as barreiras mais apontadas são a dificuldade em obter um empréstimo (41%) e o risco associado (31%).</p>
<p><span id="more-1336"></span><strong><img class="aligncenter size-full wp-image-1337" title="millennials-infographic" src="http://www.raquelmelo.com/wp-content/uploads/millennials-infographic.gif" alt="" width="600" height="1971" /></strong></p>
<p><strong>Mais informações:</strong></p>
<p id="byline" style="text-align: left;"><a href="http://speak.younginvincibles.org/t/10987/blog/comments.jsp?key=128&amp;blog_entry_KEY=6029&amp;t=" target="_blank">Poll Shows Young Adults Are The Entrepreneurship Generation</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;">
]]></content:encoded>
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		<title>Paixão e capacidade de execução são fundamentais no empreendedorismo</title>
		<link>http://www.raquelmelo.com/artigos/paixao-e-capacidade-de-execucao-sao-fundamentais-no-empreendedorismo/</link>
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		<pubDate>Mon, 14 Nov 2011 15:18:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>RM</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[i-Beta]]></category>
		<category><![CDATA[ilicon Valley comes to Lisbon]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Rocha Vieira]]></category>

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		<description><![CDATA[Em entrevista a este blog, Pedro Rocha Vieira, co-fundador e presidente da associação Beta-i, deixa-nos várias ideias fundamentais para qualquer negócio que se queira lançar neste momento, assim como resume  a actividade da jovem associação a que pertence, que tem dinamizado várias iniciativas, entre elas o Silicon Valley comes to Lisbon. O que é preciso para ser [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1321" title="beta-i" src="http://www.raquelmelo.com/wp-content/uploads/beta-i.jpg" alt="" width="480" height="155" /></p>
<p>Em entrevista a este blog, Pedro Rocha Vieira, co-fundador e presidente da associação <a href="http://beta-i.pt/">Beta-i</a>, deixa-nos várias ideias fundamentais para qualquer negócio que se queira lançar neste momento, assim como resume  a actividade da jovem associação a que pertence, que tem dinamizado várias iniciativas, entre elas o <a href="http://www.raquelmelo.com/artigos/silicon-valley-comes-to-lisbon-nos-dias-17-e-18-de-novembro/">Silicon Valley comes to Lisbon</a>.<span id="more-1308"></span><strong></strong></p>
<h5><img class="aligncenter size-full wp-image-1325" title="prv2" src="http://www.raquelmelo.com/wp-content/uploads/prv2.jpg" alt="" width="168" height="166" /></h5>
<h5><strong>O que é preciso para ser associado da Beta-i? Quais são as vantagens, para quem quer iniciar um negócio em Portugal, em ser associado da Beta-i?</strong></h5>
<p>(PRV) A Beta-i é composta, actualmente, por 38 associados dinâmicos e multidisciplinares, que veem na Beta-i uma plataforma para poderem concretizar o seu papel no apoio ao empreendedorismo, através da participação como voluntários e mentores nas actividades da Beta-i. Os novos associados têm de ser indicados pelos actuais associados. Os empreendedores que participam nas iniciativas da Beta-i não necessitam de ser associados.</p>
<h5><strong>De que resultados práticos se orgulha a Beta-i de ter alcançado?</strong></h5>
<p>(PRV) Quando falamos de promoção do empreendedorismo estamos a falar de processos longos e de uma actividade de persistência e coerência ao longo do tempo. No entanto, apesar da Beta-i ser uma organização recente, foi constituída formalmente em Junho de 2010, acreditamos já ter conseguido atingir alguns resultados práticos relevantes. Na área dos eventos fomos pioneiros na realização do primeiro TEDxEdges, que já vai na 3ª edição, promovemos a realização de dezenas de Start-Up Coffees por todo o país, realizamos 11 Beta-Talks, eventos que são já uma referência na comunidade de empreendedorismo lisboeta. Estamos a realizar a primeira edição do <a href="http://www.raquelmelo.com/artigos/silicon-valley-comes-to-lisbon-nos-dias-17-e-18-de-novembro/">Silicon Valley comes to Lisbon</a>, em parceria com o <a href="http://svc2uk.com/">Silicon Valley comes to UK</a> e com a <a href="http://www.sge.org.pt/">Semana Global do Empreendedorismo</a> e conseguimos trazer o para Lisboa o evento anual de uma das melhores redes mundiais de empreendedorismo mundial, a <a href="http://www.sandbox-network.com/">SandBox Network</a>. No total, conseguimos mobilizar, no prazo de pouco mais de um ano, mais de 2.500 pessoas para os nossos eventos.</p>
<p>Na área dos aceleradores de <em>start-ups</em>, que é a nossa actividade principal, conseguimos trazer para Portugal o <strong><a href="http://startupweekend.org/">StartUp Weekend</a></strong>, um programa de referência a nível mundial, tendo realizado no prazo de um ano 4 edições com quase 300 empreendedores participantes, de onde resultaram dezenas de novas ideias de negócio, tendo algumas delas passado a empresas concretas. Criámos o Beta-Start, um programa de aceleração de um mês, que é provavelmente a referência a nível nacional, onde envolvemos mais de 45 pessoas e através do qual apoiamos 23 <em>startups</em>, estando algumas delas em fase de lançamento, outras de investimento e venda. Estamos também a planear e a desenvolver para 2012, o primeiro acelerador de 3 meses nacional, inspirado no modelo <a href="http://www.techstars.com/">Tech Stars</a>, que será o primeiro a nível mundial focado no cluster dos transportes e mobilidade.</p>
<p>Estamos também a dar os primeiros passos para a replicação do modelo do Start-Up Chile, a ser implementado em Portugal em 2013. Na área da incubação, animamos durante vários meses uma incubadora em parceria com a NVV e vamos agora ser parceiros da CML na nova incubadora de Lisboa (<a href="http://startuplisboa.com/">Startup Lisboa</a>).</p>
<p>Para 2012 temos um plano de actividade muito ambicioso. Temos também conseguido estabelecer um conjunto de parcerias bastante relevante e conseguimos uma notoriedade importante, que tem contribuindo para o papel catalisador e mobilizador que a Beta-i começa a conseguir ter, na área do empreendedorismo em Portugal.</p>
<h5><strong>Como podem os portugueses serem empreendedores na actual conjuntura do país?</strong></h5>
<p>(PRV) Os momentos de crise são, na verdade, momentos de grande oportunidade, pois são momentos em que se põe em questão os modelos actuais e em que é possível propor novas alternativas. São também momentos em que existem mais recursos humanos disponíveis e a um preço mais acessível, em que muitos dos custos com o imobiliário descem, e em que os investidores têm uma maior necessidade de novos projectos. No entanto, empreender é sempre uma actividade complexa e com um elevado grau de insucesso. É também necessário perceber que existem diferentes tipos de empreendedorismo, desde o social, o inclusivo, o auto-emprego, às pequenas e médias empresas até ao empreendedorismo de alto crescimento.</p>
<p><span style="color: #008080;">Para se empreender em qualquer país, é necessário em primeiro lugar ter-se uma excelente equipa, é muito importante encontrarmos co-fundadores que nos complementem e com quem tenhamos sinergias, que não são necessariamente os nossos amigos. É também preciso ter uma boa proposta de valor, mas acima de tudo uma boa capacidade de execução e de ter uma ideia muito clara sobre o negócio onde estamos a entrar e o que de facto é necessário para conseguirmos vencer.</span></p>
<p>Na minha opinião é necessário alguma colaboração e a capacidade de saber ouvir e pedir sugestões a quem sabe mais do que nós e estar atento também aos nosso clientes. É importante também ter uma noção das responsabilidades que se escorre ao abrir uma empresa, as obrigações legais e fiscais, e compreender a responsabilidade que assumimos perante terceiros. É preciso um bom auto conhecimento e uma capacidade de persistência. A capacidade de resistir a facilitismos e de ter uma enorme contenção nos gastos iniciais. É preciso termos uma boa rede e sabermos vender, pois a angariação de novos clientes é a única forma de um negócio ter sustentabilidade.</p>
<p>Por outro lado, é preciso sabermos colocarmo-nos nos pés dos outros e sabermos comunicar correctamente as nossas ideias, nomeadamente com os investidores e com os nossos clientes. Apesar existir de facto uma grande crise de liquidez nos bancos, existe ainda algum dinheiro disponível para novos projectos, principalmente para projectos mais inovadores e/ou de maior valor acrescentado. Na conjuntura actual, acima de tudo é necessário mais contenção, mais cuidado e mais planeamento e também saber pensar global e perceber que o mercado nacional é insuficiente para a maioria dos negócios potenciais.</p>
<h5><strong>As iniciativas que organizam, como o </strong><a href="http://www.svc2lx.com/" target="_blank">Silicon Valley comes to Lisbon</a>, <strong>têm certamente servido para avaliar o estado actual do empreendedorismo em Portugal. Como caracteriza o actual perfil do empresário português, nas suas virtudes e limitações?</strong></h5>
<p>(PRV) Existem em Portugal muitos excelentes empreendedores, existem empresas muito boas, com elevada competência e conhecimento. Os portugueses são hoje em dia, profissionais muito mais cosmopolitas, internacionais e qualificados. O empreendedor português actual está a alterar-se muito e, felizmente, já não se restringe a um só perfil, existe uma multiplicidade muito rica de diferentes empreendedores que permite uma maior criatividade e inovação dos projectos. No entanto empreendedor português ainda é excessivamente individualista e emocional, o que por vezes não lhe permite reunir os recursos e ter a flexibilidade para conseguir aproveitar as oportunidades que se lhe apresentam. Na sua maioria, os empreendedores portugueses não pensam suficientemente global e sobrevalorizam a ideia face à execução.</p>
<h5><strong>Que conselhos pode dar às pessoas que querem lançar um negócio neste momento?</strong></h5>
<p>(PRV) Grande parte dos conselhos já dei na segunda questão. Mas, acrescentaria que para quem está a pensar lançar um negócio, concorrer a programas de aceleração como os da Beta-i, ou outros, são um excelente primeiro passo. Diria também para terem a flexibilidade necessária para deixarem adaptar os seus projectos para algo com mais potencial e para desvalorizarem a importância da ideia face a importância da capacidade de execução. Percebam se estão de facto apaixonados pelo que querem fazer, pois a vida de empreendedor, apesar de mais flexível, é bastante mais exigente em termos de dedicação e desgaste pessoal.</p>
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		<title>Silicon Valley comes to Lisbon nos dias 17 e 18 de Novembro</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Nov 2011 23:12:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>RM</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Beta-i]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[Silicon Valley comes to Lisbon]]></category>

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		<description><![CDATA[A pensar nos empreendedores portugueses, o evento «Silicon Valley comes to Lisbon» terá lugar nos dias 17 e 18 de Novembro, no pavilhão C3 da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.  Esta iniciativa da Beta-i pretende reunir cerca de 500 participantes entre empresários, investidores, assim como académicos e estudantes de mestrado e doutoramento das principais universidades portuguesas para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1300" title="silicon-lx" src="http://www.raquelmelo.com/wp-content/uploads/silicon-lx1.jpg" alt="" width="500" height="205" /></p>
<p>A pensar nos empreendedores portugueses, o evento «<a href="http://www.svc2lx.com" target="_blank">Silicon Valley comes to Lisbon</a>» terá lugar nos dias 17 e 18 de Novembro, no pavilhão C3 da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.  Esta iniciativa da <a href="http://beta-i.pt/" target="_blank">Beta-i</a> pretende reunir cerca de 500 participantes entre empresários, investidores, assim como académicos e estudantes de mestrado e doutoramento das principais universidades portuguesas para ter um contacto mais aprofundado com as experiências pioneiras de empreendedores dos Estados Unidos da América.<span id="more-1290"></span></p>
<p>De acordo com a organização, no primeiro dia decorrerão sessões de <em>mentoring</em> e aulas preparadas pelos oradores convidados para estudantes e empreendedores seleccionados com o objectivo de promover a troca de ideias, aprendizagem e networking entre todos. Estas sessões serão organizadas de forma a motivar os estudantes a seguirem os seus sonhos e ideias, dando-lhes conselhos práticos e ajudando-os a tornar-se empreendedores ou a encontrar o emprego certo no momento certo.</p>
<p>No segundo dia decorrerá a conferência Silicon Valey comes to Lisbon propriamente dita, em 3 salas em simultâneo, onde o painel de oradores convidados irá debater temas como o investimento na indústria biotécnica, a aceleração de ideias, o financiamento de start-ups, centros de inovação, o impacto da diáspora portuguesa no empreendedorismo nacional, internacionalização, <em>spin-off</em> de empresas e histórias de inspiração/sucesso</p>
<p>Entre os oradores encontram-se Philip Rosendale (co-founderand CEO, SecondLife); Raymond Nasr (ex-Google VP Communication);  Peter Cohan (BabsonUniversity); Daniel Kraft, M.D. (SingularityUniversity); William Burnett (Stanford University);  Sean Ammirati (ReadWriteWeb); John Harthorne (MassChallenge); Patrick Vlaskovits (CustomerDev. Book); Jorge Fernandes (MobiBucks) e Tony Fernandes (Studioue).</p>
<p>Para Sofia Pessanha da Beta-i, «enquanto jovens empreendedores acreditamos na capacidade empreendedora em Portugal, na capacidade e talento dos nossos jovens. Este evento trará a Lisboa algumas das mentes mais brilhantes de Silicon Valley que marcaram a ultima década pelas suas ideias, capacidade de inovar e empreender. Acreditamos que esta conferencia será uma experiência inesquecível, carregada de aprendizagens muito úteis para todos os participantes».</p>
<p>As <a href="http://www.svc2lx.com/registration" target="_blank">inscrições para o Silicon Valey comes to Lisbon</a> estão abertas, onde é possível comprar a entrada para o dia 18 por 70 euros. Este será o evento de encerramento da<a href="http://www.sge.org.pt/"> Semana Global do Empreendedorismo em Portugal</a>, em parceria com a APBA e a SEDES. Mais informações em . Prova da importância desta iniciativa é o patrocínio que algumas das mais importantes empresas presentes em Portugal como a Cisco, o WYGroup, a SAGE, a FLAD e o UKT&amp;I. A Beta-i (Associação para a Promoção da Inovação e Empreendedorismo) é a responsável pela organização do evento inspirado no sucesso da iniciativa Silicon Valley comes to UK.</p>
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