
Os Prémios Neurónio trazem reconhecimento ao que de melhor se faz em Portugal na área do Marketing Relacional. São várias as categorias contempladas, desde o B2C, B2B, organizações sem fins lucrativos, programas de fidelização, auto-promoção, assim como categorias técnicas. As inscrições são até dia 22 de Setembro.
De acordo com o relatório de Agosto da Symantec, a categoria de spam relacionado com assuntos de saúde cresceu 13% em Julho, em comparação com o mês anterior. Nesta categoria estão incluídas mensagens que promovem farmácia on-line e drogas contrafeitas.
No geral, o spam representou 91,89% de todas as mensagens em Julho, quando no mês anterior este valor se situava nos 88,32%. O Spam em mensagens com mais de 10Kb diminui 9 pontos percentuais.
Os números de phishing diminuíram 5%, sendo que o número de sites de phishing não ingleses aumentou 15%. Entre os sites não ingleses, franceses e italianos continuaram a crescer em Julho.
Durante o mês de Junho, enquanto o Mundial de Futebol 2010 decorria os assuntos de e-mail relacionados com notícias do “Mundial de Futebol” dominaram o ranking do Spam Street Journal da Symantec. Em Julho, observou-se uma mudança, o foco estratégico dos spammers virou-se para outros eventos da actualidade, como o derrame de petróleo e a economia.
Recentemente a Symantec observou um site de phishing que burla a plataforma de apoio a clientes on-line de uma marca de comércio electrónico. O site parece autêntico e transmite a ideia de interactividade induzindo os utilizadores a fornecerem a sua identificação. Na verdade toda a conversa é conduzida automaticamente através do computador do cibercriminoso.
A Rússia tem sido atingida por ondas de calor, as quais têm causado severos incêndios. Os spammers Russos aproveitaram esta oportunidade para enviar spam promovendo aparelhos de ar condicionado.
O polvo Paulo ganhou fama internacional ao prever acertadamente que as vitórias da Alemanha no Mundial de Futubol 2010. Os spammers aproveitaram esta “marca” para enviar spam, promovendo a sorte e dando conselhos.
A maioria das PME nacionais considera que a crise tem afectado bastante o seu negócio e quase metade acha que a conjuntura económica se irá manter durante os próximos dois anos. Estas são algumas das conclusões de um estudo online promovido pela Sage no mercado português.

O mercado português de Média Entretenimento deverá gerar, em 2010, receitas no valor de 4,8 mil milhões de dólares (o equivalente a cerca de 3,9 mil milhões de euros), registando “uma ligeira recuperação face a 2009″, de acordo com as últimas estimativas da PricewaterhouseCoopers (PwC).
A maioria dos órgãos de comunicação social portugueses está no Facebook mas será que todos sabem rentabilizar as vantagens da rede social? O jornalista António Granado acredita que os media estão no caminho certo mas ainda há muito trabalho a fazer em relação a outros países.
A proliferação de novos mercados na esfera online é reveladora de uma mudança de comportamentos que dá a conhecer um novo tipo de consumidor: um “consumidor-actor” informado, disposto a desviar-se dos canais de distribuição clássicos para maximizar o seu poder de compra.
Se em tempos o comércio online era um apanágio dos mercados clássicos da cultura ou da electrónica de lazer, cujo crescimento teve origem em sites de distribuição pure players, hoje o e-comprador tem ao seu dispor uma maior oferta de produtos e serviços que surgiram como resposta a um consumidor mais confiante, agora habituado ao acto da compra online.
Parte do crescimento deste mercado deve-se, em grande parte, a uma tendência crescente para a troca comercial de produtos usados. A livre comercialização de produtos via Internet não só veio fomentar o consumo de produtos em segunda mão, como também vendê-los, dispensando assim intermediários, quer sejam físicos ou virtuais.
Esta nova forma de reciclagem lucrativa diz respeito a uma gama de produtos cada vez maior, embora os montantes permaneçam moderados. Por agora, são sobretudo produtos baratos, como livros ou pequenos produtos de electrónica, os mais visados mas, segundo os europeus, o fenómeno de democratização e diversificação da venda de usados está efectivamente em curso. De facto, os mercados de segunda mão permitem fazer economias ou até mesmo ganhar dinheiro e são, acima de tudo, o novo símbolo de um “consumidor-actor” informado, disposto a desviar-se dos canais de distribuição clássicos para maximizar o seu poder de compra.
Avaliando o mercado alimentar, apenas 22% dos europeus consideram concebível substituir a compra em loja pela compra online. Em contrapartida 57% dos britânicos são favoráveis a este canal alternativo.
O mesmo acontece com os produtos financeiros, para os quais 57% dos britânicos e 46% dos eslovacos estariam dispostos a substituir a sua agência bancária por um sistema Internet.
Mesmo o mobiliário, que é um produto que o consumidor estima dever ver, tocar, medir, para o imaginar na sua casa, poderia ser objecto de compra online, em detrimento das lojas, para 43% dos alemães, 48% dos britânicos e 54% dos eslovacos.
Através de uma análise conjuntural, o Observador Cetelem conclui que o crescimento do mercado online e a diversificação de produtos e serviços disponíveis nesta plataforma de comércio constitui um factor que denuncia um consumidor europeu mais optimista e disposto a consumir de forma mais racional e inteligente.
Fonte: Executive Digest

São três as evoluções previstas nas Tecnologia, Media e Telecomunicações em 2010 que a Deloitte acaba de apresentar: a especialização dos dispositivos, a multiplicação dos conteúdos e formatos (e tentativa de se fazer cobrar por esses serviços), assim como novas oportunidades para os media tradicionais.
O montante gasto em publicidade online vai ultrapassar o dispendido em publicidade impressa, este ano nos Estados Unidos, pela primeira vez, segundo um estudo da Outsell Inc., citado pela Bloomberg.

As notícias consultadas em suporte digital são actualmente mais populares que a leitura de jornais em papel nos Estados Unidos, de acordo com a mais recente sondagem levada a cabo pelo Pew Research Center. Depois dos noticiários televisivos locais e nacionais, as notícias online classificam-se no terceiro posto.
Sessenta e um por cento dos leitores inquiridos pelo Pew Research Center indicaram que, numa base diária, procuram as notícias online. Setenta e oito por cento preferem ver as notícias nos canais de televisão locais e 71 por cento em televisões nacionais como a NBC ou então em canais por cabo como a CNN e a Fox News.