Etiqueta: comércio electrónico

Sofás no website da marca IKEA

IKEA vende sofás online até 23 de Maio

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\r\nHá pessoas que conhecem os produtos quase de cor de tanto pesquisar no site da marca IKEA e que gostavam de não ter de se deslocar aos grandes centros urbanos de Lisboa e Porto para as adquirir. Por agora as vendas online chegaram apenas aos sofás e só até dia 23 de Maio de 2012.\r\n\r\nDe acordo com o comunicado, pela primeira vez em Portugal é possível fazer compras na IKEA sem sair de casa, a partir da plataforma para compras na Internet desenvolvida pela marca sueca. A IKEA já tem vendas online em alguns mercados como Inglaterra, França, EUA, Alemanha. More info

acepi

Diretório ACEPI: guia para empresas e utilizadores da Web em Portugal

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\r\n\r\nPara quem trabalha no meio, a  ACEPI – Associação de Comércio Electrónico e Publicidade Interactiva é uma entidade de referência, que desenvolve e organiza várias atividades ao longo do ano. Uma destas iniciativas é um guia muito útil para os profissionais de várias áreas, assim como para as pessoas que procuram produtos e serviços na Internet.\r\n\r\nEsta organização independente sem fins lucrativos organizou um diretório que tem vindo a crescer e que, tal como refere o website, «tem por objectivo mencionar e organizar informação de todas as empresas que promovam actividades de comércio e negócio electrónico através da Internet». More info

ecommarketing2011

E-commarketing Show na sua segunda edição

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\r\n\r\nA segunda edição do e-commarketing show, exposição profissional de comércio electrónico e publicidade interactiva, realizou-se nos dias 13 e 14 de Outubro, no Centro de Congressos de Lisboa, na Junqueira. O evento conseguiu atrair muitos profissionais do Marketing e do mundo digital para as conferências e para a parte da exposição, que contou com empresas a Google Portugal, Microsoft, MRW, EmailVision e a Chronopost. More info

Groupon celebra 6 meses em Portugal

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\r\n\r\nA Groupon apareceu na minha caixa de correio recomendada por vários amigos. Pensei que fosse mais uma rede social, mas não. Em tempos de crise, os preços baixos anunciados nos mailings estimulam a experimentação de pequenos luxos, que à partida estariam fora do alcance das carteiras menos desafogadas. Do ponto de vista dos anunciantes, é ideal para angariar novos clientes. Para os consumidores, as vantagens são experimentar ir jantar aos melhores restaurantes da cidade, usufruir de tratamentos de beleza a preços convidativos e experiências radicais, com descontos que vão desde 50 a 90%.   More info

Consumidores mais responsáveis impulsionam comércio online

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A proliferação de novos mercados na esfera online é reveladora de uma mudança de comportamentos que dá a conhecer um novo tipo de consumidor: um “consumidor-actor” informado, disposto a desviar-se dos canais de distribuição clássicos para maximizar o seu poder de compra.\r\n\r\nSe em tempos o comércio online era um apanágio dos mercados clássicos da cultura ou da electrónica de lazer, cujo crescimento teve origem em sites de distribuição pure players, hoje o e-comprador tem ao seu dispor uma maior oferta de produtos e serviços que surgiram como resposta a um consumidor mais confiante, agora habituado ao acto da compra online.\r\n\r\nParte do crescimento deste mercado deve-se, em grande parte, a uma tendência crescente para a troca comercial de produtos usados. A livre comercialização de produtos via Internet não só veio fomentar o consumo de produtos em segunda mão, como também vendê-los, dispensando assim intermediários, quer sejam físicos ou virtuais.\r\n\r\nEsta nova forma de reciclagem lucrativa diz respeito a uma gama de produtos cada vez maior, embora os montantes permaneçam moderados. Por agora, são sobretudo produtos baratos, como livros ou pequenos produtos de electrónica, os mais visados mas, segundo os europeus, o fenómeno de democratização e diversificação da venda de usados está efectivamente em curso. De facto, os mercados de segunda mão permitem fazer economias ou até mesmo ganhar dinheiro e são, acima de tudo, o novo símbolo de um “consumidor-actor” informado, disposto a desviar-se dos canais de distribuição clássicos para maximizar o seu poder de compra.\r\n\r\nAvaliando o mercado alimentar, apenas 22% dos europeus consideram concebível substituir a compra em loja pela compra online. Em contrapartida 57% dos britânicos são favoráveis a este canal alternativo.\r\n\r\nO mesmo acontece com os produtos financeiros, para os quais 57% dos britânicos e 46% dos eslovacos estariam dispostos a substituir a sua agência bancária por um sistema Internet.\r\n\r\nMesmo o mobiliário, que é um produto que o consumidor estima dever ver, tocar, medir, para o imaginar na sua casa, poderia ser objecto de compra online, em detrimento das lojas, para 43% dos alemães, 48% dos britânicos e 54% dos eslovacos.\r\n\r\nAtravés de uma análise conjuntural, o Observador Cetelem conclui que o crescimento do mercado online e a diversificação de produtos e serviços disponíveis nesta plataforma de comércio constitui um factor que denuncia um consumidor europeu mais optimista e disposto a consumir de forma mais racional e inteligente.\r\n\r\nFonte: Executive Digest