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	<title>Raquel Melo - Escrita e Web Marketing &#187; facebook</title>
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	<description>Blog sobre Marketing na Internet, Copywriting, Redes Sociais, Comércio Electrónico e Email Marketing.</description>
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		<title>EDP junta-se à Ensitel como case study sobre como não gerir uma rede social</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Oct 2011 20:01:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>RM</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<!-- Social Ring Buttons Start --><div class="social-ring"><div class="social-ring-button"><a href="http://twitter.com/share" data-url="http://www.raquelmelo.com/artigos/edp-junta-se-a-ensitel-como-case-study-sobre-como-nao-gerir-uma-rede-social/" data-text="EDP junta-se à Ensitel como case study sobre como não gerir uma rede social" data-count="horizontal" class="sr-twitter-button twitter-share-button"></a></div><div class="social-ring-button"><g:plusone size="medium" callback="plusone_vote"></g:plusone></div><div class="social-ring-button"><iframe allowtransparency="true" frameborder="0" hspace="0" marginheight="0" marginwidth="0" scrolling="no" style="width: 70px; height: 21px; position: static; left: 0px; top: 0px; visibility: visible; " tabindex="-1" vspace="0" width="100%" src="http://www.raquelmelo.com/wp-content/plugins/wordpress-social-ring//includes/share.php?url=http%3A%2F%2Fwww.raquelmelo.com%2Fartigos%2Fedp-junta-se-a-ensitel-como-case-study-sobre-como-nao-gerir-uma-rede-social%2F"></iframe></div><div class="social-ring-button"><fb:like href="http://www.raquelmelo.com/artigos/edp-junta-se-a-ensitel-como-case-study-sobre-como-nao-gerir-uma-rede-social/" send="true" showfaces="false" width="180" layout="button_count" action="like"/></fb:like></div></div><div style="clear:both;">&nbsp;</div><!-- Social Ring Buttons End --><p><img class="aligncenter size-full wp-image-1272" title="edp" src="http://www.raquelmelo.com/wp-content/uploads/edp1.jpg" alt="" width="465" height="379" /></p>
<p>Acabo de desistir de ler os comentários na página da EDP. Depois do caso Ensitel, que passou a ser citado como exemplo daquilo que não se deve fazer na gestão de páginas do Facebook e sobre o efeito esmagador as redes sociais, eis que chega o caso da EDP, que ocupa hoje a atenção da comunidade portuguesa do Facebook. Ainda por cima, no dia em que se fala em aumentos na factura da luz…</p>
<p><span id="more-1269"></span></p>
<p>Vivemos numa altura em que as pessoas estão a ser bombardeadas de notícias negativas e em que as redes sociais amplificam as vozes das pessoas de uma forma nunca antes vista. Mas há coisas que merecem ser denunciadas e existe a liberdade de expressão, consagrada na Constituição&#8230; Banir um comentário lembra demasiado outro regime que não o democrático.</p>
<p>Tanto investimento em Marketing posto em causa em nome de um Código de Conduta. Assim se vê a dificuldade de gerir uma página nas redes sociais e a importância de colocar a gestão dessas páginas nas mãos certas. O comentário que consegui ler, depois de muito clicar em  «Publicações mais antigas» foi algo como «o que os rios precisam é de cimento»… Não abona muito a favor da EDP. Vale a pena ler o texto de Paulo Morais <a href="http://mktmorais.com/?p=1394">sobre o assunto</a>, assim como <a href="http://www.facebook.com/pages/Eu-n%C3%A3o-pedi-um-Plano-Nacional-de-Barragens/151649958264185">visitar a página</a> que foi indicada por Joana Couve Vieira, a visada pela censura, para tirar as suas próprias conclusões.</p>
<p>O problema não está nas redes sociais, mas a atitude das empresas perante os clientes. Não estar nas redes sociais não é solução, porque as marcas devem estar onde estão os seus clientes. Esta situação deve fazer todo o tecido empresarial reflectir, das grandes empresas da dimensão da EDP às Pequenas e Médias Empresas, que constituem a esmagadora maioria das empresas portuguesas.</p>
<p>Com a actual tendência de cortar custos em Comunicação e Marketing, será que um estagiário que acabou de sair da Faculdade &#8211; seguramente mais barato &#8211; estará capacitado para lidar com tamanha delicadeza? Relendo o livro de Elisabete Barboda eAntónio Granado (2004), é fundamental definir qual o perfil para o autor do weblog da empresa, preferencialmente uma pessoa com uma posição importante dentro da hierarquia. Outro aspecto apontado pelos autores refere-se ao tom impessoal utilizado, nos posts e nos comunicados, uma falha que também se aplica ao sucedido na página da EDP.</p>
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		<title>Facebook é cada vez mais usado para consumir notícias</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Jun 2010 09:50:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>RM</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#160;A maioria dos órgãos de comunicação social portugueses está no Facebook mas será que todos sabem rentabilizar as vantagens da rede social? O jornalista António Granado acredita que os media estão no caminho certo mas ainda há muito trabalho a fazer em relação a outros países. O Facebook não serve só para socializar no mundo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Social Ring Buttons Start --><div class="social-ring"><div class="social-ring-button"><a href="http://twitter.com/share" data-url="http://www.raquelmelo.com/noticias/facebook-noticias/" data-text="Facebook é cada vez mais usado para consumir notícias" data-count="horizontal" class="sr-twitter-button twitter-share-button"></a></div><div class="social-ring-button"><g:plusone size="medium" callback="plusone_vote"></g:plusone></div><div class="social-ring-button"><iframe allowtransparency="true" frameborder="0" hspace="0" marginheight="0" marginwidth="0" scrolling="no" style="width: 70px; height: 21px; position: static; left: 0px; top: 0px; visibility: visible; " tabindex="-1" vspace="0" width="100%" src="http://www.raquelmelo.com/wp-content/plugins/wordpress-social-ring//includes/share.php?url=http%3A%2F%2Fwww.raquelmelo.com%2Fnoticias%2Ffacebook-noticias%2F"></iframe></div><div class="social-ring-button"><fb:like href="http://www.raquelmelo.com/noticias/facebook-noticias/" send="true" showfaces="false" width="180" layout="button_count" action="like"/></fb:like></div></div><div style="clear:both;">&nbsp;</div><!-- Social Ring Buttons End --><p style="text-align: left;"><span style="font-size: x-small;"><img class="aligncenter size-full wp-image-340" title="facebook" src="http://www.raquelmelo.com/wp-content/uploads/facebook.jpg" alt="" width="500" height="150" /></span>A maioria dos órgãos de comunicação social portugueses está no Facebook mas será que todos sabem rentabilizar as vantagens da rede social? O jornalista <a href="http://ciberjornalismo.com/pontomedia/" target="_blank">António Granado</a> acredita que os media estão no caminho certo mas ainda há muito trabalho a fazer em relação a outros países. <span style="font-size: x-small;"><span id="more-338"></span></span>O Facebook não serve só para socializar no mundo virtual, o site é também utilizado como um agregador de notícias. Basta para isso que utilizador goste das páginas dos jornais, rádios ou televisões para receber no seu perfil notícias seleccionadas pelos sites que escolhe.</p>
<p>“É nítido que as pessoas já começam a consumir notícias através das redes sociais”, nota António Granado, realçando que “sendo o Facebook um dos sites mais consultados, é vantajoso para os media utilizarem-no”.</p>
<p>Além de ser possível saber o número de utilizadores que consultam as notícias no site, sabe-se ainda as características desta audiência. O engenheiro informático Vítor Magalhães considera que esta é umas das principais vantagens. “É possível ter acesso directo às audiências”, diz.</p>
<p><strong>Jornalista deve ter cuidado com a utilização do Facebook</strong></p>
<p>A rede social da moda também está a levantar questões éticas no próprio jornalismo. Um profissional que tenha um perfil no Facebook deve respeitar algumas regras, defende António Granado.</p>
<p>“O jornalista tem um papel social muito importante”, defende o professor de jornalismo da Universidade Nova de Lisboa. “Não devo fazer nada nas redes sociais e na internet que possa prejudicar a minha imagem enquanto jornalista”, sustenta António Granado.</p>
<p>O autor do <a href="http://ciberjornalismo.com/pontomedia/">blogue Ponto Media</a> recordou ao SAPO a <a href="http://dn.sapo.pt/inicio/tv/interior.aspx?content_id=1431316&amp;seccao=Media">política que a RTP adoptou</a>, através das ideias de José Alberto Carvalho, sobre a utilização da internet pelos jornalistas. “É do mais elementar bom senso”, aponta António Granado.</p>
<p>Papel do gestor de redes sociais</p>
<p>Para que o meio de comunicação consiga utilizar em pleno o Facebook e outras redes sociais precisa de uma equipa especializada para tal, acredita António Granado, dando como exemplo o jornal PÚBLICO que conta com um editor de comunidades.</p>
<p>“Ter alguém que se responsabilize pela gestão das redes sociais é fundamental”, diz o jornalista, realçando que “é preciso conhecer as redes sociais para utilizá-las”.</p>
<p>A actividade deste editor passa por “escolher” as notícias mais relevantes que devem ser divulgadas no Facebook. Uma vez que “as redes sociais não são um sítio para despejar toda a informação”, sentencia António Granado.</p>
<p>O antigo editor do PÚBLICO online lamenta, contudo, que as empresas de media em Portugal ainda não se tenham mentalizado que é preciso mais profissionais para trabalharem nos sites e na própria gestão de redes sociais. “Em outros países há cinco ou seis pessoas a fazer este trabalho”, exemplificou o jornalista.</p>
<p>Fonte: Por Alice Barcelos, Sapo.pt</p>
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		<title>Webtrends cria ferramenta para medir resultados no Facebook</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Feb 2010 15:05:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>RM</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<!-- Social Ring Buttons Start --><div class="social-ring"><div class="social-ring-button"><a href="http://twitter.com/share" data-url="http://www.raquelmelo.com/noticias/webtrends/" data-text="Webtrends cria ferramenta para medir resultados no Facebook" data-count="horizontal" class="sr-twitter-button twitter-share-button"></a></div><div class="social-ring-button"><g:plusone size="medium" callback="plusone_vote"></g:plusone></div><div class="social-ring-button"><iframe allowtransparency="true" frameborder="0" hspace="0" marginheight="0" marginwidth="0" scrolling="no" style="width: 70px; height: 21px; position: static; left: 0px; top: 0px; visibility: visible; " tabindex="-1" vspace="0" width="100%" src="http://www.raquelmelo.com/wp-content/plugins/wordpress-social-ring//includes/share.php?url=http%3A%2F%2Fwww.raquelmelo.com%2Fnoticias%2Fwebtrends%2F"></iframe></div><div class="social-ring-button"><fb:like href="http://www.raquelmelo.com/noticias/webtrends/" send="true" showfaces="false" width="180" layout="button_count" action="like"/></fb:like></div></div><div style="clear:both;">&nbsp;</div><!-- Social Ring Buttons End --><p><img class="alignleft size-full wp-image-218" title="webtrends" src="http://www.raquelmelo.com/wp-content/uploads/webtrends.jpg" alt="" width="200" height="150" />A medição dos resultados nas <a href="http://www.raquelmelo.com/internet-mobile-marketing/redes-sociais/" target="_blank">redes sociais</a> é um dos principais desafios para os profissionais de marketing, para justificar os investimentos neste tipo de divulgação. A empresa <a href="http://understanding.webtrends.com/forms/FacebookInquiry" target="_blank">Webtrends</a> lança esta semana uma ferramenta integrada no seu pacote de serviços de análise de dados que pretende solucionar esta questão.<span id="more-217"></span>Com o Webtrends Analytics é possível acompanhar a actividade de vários items do Facebook, projecto com 400 milhões de utilizadores, integrada na plataforma global que é o Webtrends Analytics 9. Assim, é possível ver, por exemplo, a actividade do Twitter que direccionou visitantes para as páginas de fãs do Facebook.</p>
<p>Existem várias ferramentas para medição dos resultados nas redes sociais, além daquelas disponíveis pela própria plataformas, usando métodos um pouco diferenciados. Mesmo os conceitos nos modelos de publicidade se têm adaptado em função das novas métricas, estando actualmente diponíveis no Facebook os mais usuais: o de CPM (Custo Por Mil impressões) e de Custo Por Clique (CPC). Brevemente, a aplicação social espera disponibilizar o modelo de Custo Por Aquisição (CPA) para a sua publicidade, a funcionar no Adwords.</p>
<p>Já anteriormente o Facebook e a Nielsen se tinham unido para criar a ferramenta Nielsen Brand Lift, com base no envio de questionários virtuais aos utilizadores com perguntas sobre a publicidade visualizada. A Nielsen faz o tratamento da informação, disponibilizando-a aos anunciantes.</p>
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		<title>Redes sociais profissionais: você está em todas?</title>
		<link>http://www.raquelmelo.com/artigos/redes-sociais/</link>
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		<pubDate>Fri, 19 Feb 2010 15:42:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>RM</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<!-- Social Ring Buttons Start --><div class="social-ring"><div class="social-ring-button"><a href="http://twitter.com/share" data-url="http://www.raquelmelo.com/artigos/redes-sociais/" data-text="Redes sociais profissionais: você está em todas?" data-count="horizontal" class="sr-twitter-button twitter-share-button"></a></div><div class="social-ring-button"><g:plusone size="medium" callback="plusone_vote"></g:plusone></div><div class="social-ring-button"><iframe allowtransparency="true" frameborder="0" hspace="0" marginheight="0" marginwidth="0" scrolling="no" style="width: 70px; height: 21px; position: static; left: 0px; top: 0px; visibility: visible; " tabindex="-1" vspace="0" width="100%" src="http://www.raquelmelo.com/wp-content/plugins/wordpress-social-ring//includes/share.php?url=http%3A%2F%2Fwww.raquelmelo.com%2Fartigos%2Fredes-sociais%2F"></iframe></div><div class="social-ring-button"><fb:like href="http://www.raquelmelo.com/artigos/redes-sociais/" send="true" showfaces="false" width="180" layout="button_count" action="like"/></fb:like></div></div><div style="clear:both;">&nbsp;</div><!-- Social Ring Buttons End --><p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-193 aligncenter" title="redes-sociais" src="http://www.raquelmelo.com/wp-content/uploads/redes-sociais1.gif" alt="" width="500" height="150" /></p>
<p style="text-align: left;">As redes sociais, tal como as conhecemos hoje, apareceram por volta de 2003 em torno da ideia de criar comunidades virtuais de utilizadores com interesses comuns. Serve para conhecer pessoas novas, reencontrar amigos, colegas de escola, da universidade, do trabalho actual ou de empregos anteriores.</p>
<p>No meio empresarial, a Web 2.0 veio dar novas perspectivas ao relacionamento com o cliente, dando um rosto por trás de um título profissional e revelando pessoas com interesses diversificados. Cada país tem adoptado as suas redes preferidas, fazendo com que este seja um campo extremamente dinâmico, quer nas redes sociais de entretenimento quer nas mais viradas para as empresas.<span id="more-186"></span>Em termos de funcionalidades, as novidades são constantes: desde partilhar vídeos, actualizar contactos, encontrar emprego, trocar opiniões e comunicar ao mundo o que se anda a fazer. O mesmo acontece com a integração e compatibilidade entre várias plataformas.</p>
<p>A nível da interacção pessoal, destacam-se o <a href="http://www.myspace.com/" target="_blank">Myspace</a> (por estar associado ao Messenger) o <a href="http://hi5.com/" target="_blank">hi5</a> (o mais utilizado em 2009), o <a href="http://www.orkut.com/" target="_blank">Orkut</a> (mais popular no Brasil que em Portugal), o <a href="http://pt.netlog.com/">Netlog</a> e o <a href="http://badoo.com/">Badoo</a>.</p>
<p>O <a href="http://secondlife.com/">Second Life</a>, o <a href="http://www.youtube.com/">Youtube</a> e o <a href="http://www.facebook.com/">Facebook</a> têm sido mais explorados pelas empresas. Sendo projectos diferentes, todos estes confluem no mesmo objectivo: promover a troca de ideias e experiências entre utilizadores, assim como aumentar a notoriedade das marcas ou entidades. Seguem-se alguns dos exemplos mais relevantes no sector empresarial.</p>
<p><a href="http://www.linkedin.com/" target="_blank">LinkedIn<br />
</a>Neste momento, esta é a rede social profissional por excelência. Bastante visitada em Portugal, encontra-se em ascensão mesmo estando maioritariamente em inglês. Este Fevereiro foi anunciado que o LinkedIn chegou aos 60 milhões de profissionais em todo o mundo. A adesão a grupos e a secção de respostas a «dúvidas técnicas» são algumas das opções interessantes.</p>
<p><a href="http://twitter.com/">Tweeter</a></p>
<p>Plataforma de micro-blogging, com o objectivo de permitir a difusão de mensagens curtas (até 140 caracteres) a todos os contactos do utilizador, com novidades da pessoa ou da empresa em questão.</p>
<p> <a href="http://www.google.com/buzz">Google Buzz</a></p>
<p>O Google tenta aproximar-se do conceito do tweeter ao lançar o Buzz Google, uma nova ferramenta que, associada ao Gmail o cria mais um espaço de Social Networking. O Google Wave, ainda se encontra em fase de desenvolvimento e promete integrar ainda mais todas as ferramentas de comunicação em tempo real, podendo ser uma opção interessante de <a href="http://www.raquelmelo.com/internet-mobile-marketing/groupware/" target="_blank">groupware</a> para estudantes e profissionais. </p>
<p><a href="http://www.plaxo.com/" target="_blank">Plaxo</a><br />
Uma aplicação de gestão de contactos pessoais e profissionais. Um serviço gratuito que mantém actualizada a agenda de contactos online. Permite sincronizar com o Outlook e importar contactos das contas de email dos utilizadores.</p>
<p><a href="https://www.xing.com/" target="_blank">Xing<br />
</a>Nasceu como OpenBC Open Business Club até 17 de November de 2006 mas mudou para Xing, para atender aos mercados asiáticos. Actualmente anuncia mais de 8 milhões de membros, mas em Portugal não parece ter grande relevância (não se encontra na lista dos 100 sites mais visitados em Portugal, do Alexa).</p>
<p><a href="http://www.ecademy.com/" target="_blank">Ecademy</a><br />
Rede de networking empresarial. Com cerca de 3000 contactos relacionados com Portugal, com fichas pouco desenvolvidas. As funcionalidades da versão não paga são relativamente reduzidas.</p>
<p>De acordo com os dados da Marktest para Portugal, as redes sociais realmente têm sido líderes no tráfego da Internet. A lista dos domínios com mais visualizações é encabeçada pelo google.pt, com mais de 314 milhões de páginas visitadas, seguido do hi5.com, com 290 milhões e do facebook.com, com mais de 274 milhões. Em páginas visitadas, a maior subida face a Novembro foi observada no badoo.com, que mais que duplicou os números do mês anterior: cresceu 105.0% para os 18 milhões de páginas (15ª posição). No netlog.com observou-se, pelo contrário, a maior descida mensal, com uma quebra de 42.3% para 12 milhões de páginas (19ª posição).</p>
<p><a href="http://www.raquelmelo.com/wp-content/uploads/top-sites-PT.jpg"><img class="size-full wp-image-198 alignnone" title="top sites PT" src="http://www.raquelmelo.com/wp-content/uploads/top-sites-PT.jpg" alt="" width="497" height="654" /></a></p>
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